25 agosto 2009

Avião movido a energia solar pode ficar cinco anos no ar

Uma companhia americana está desenvolvendo uma aeronave movida a energia solar que poderá se manter no ar por cinco anos continuamente.

A asa em forma de Z, com 150 m de envergadura, será reajustável durante o voo, para que possa absorver o máximo possível de energia do sol.

A Odysseus deverá acumular a energia do sol durante o dia e usá-la para continuar seu voo durante a noite. Na ocasião, a asa tomará uma forma plana, diminuindo sua resistência ao ar e, portanto, consumindo menos energia.

A aeronave não tripulada está sendo projetada para voar a altitudes de 18 mil a 27 mil m, e deverá ser utilizada para missões de reconhecimento, comunicações e monitoramento ambiental no âmbito de pesquisas sobre mudanças climáticas.

A empresa Aurora Flight Sciences está desenvolvendo a aeronave dentro do programa "Vulture", que tem apoio da BAE Systems, C.S. Draper Laboratories e Sierra Nevada Corporations.

Os pesquisadores divulgaram o desenho da aeronave. O protótipo deve ficar pronto em cinco anos.

(fonte: Terra)

PV! Verde apenas no nome

Apenas um quarto das propostas dos deputados do PV tem relação com o meio ambiente. Bancada heterogênea e falta de afinidade de parlamentares com a questão ambiental são desafios que Marina Silva terá de enfrentar.

O verde do partido que abriu as portas para a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva é mais forte na bandeira da legenda do que nas proposições apresentadas no Congresso. Das 305 propostas em tramitação na Câmara formuladas pelo PV na Câmara, 81 (26%) estão relacionadas ao meio ambiente. Três dos 14 parlamentares que compõem a bancada não propuseram sequer um projeto de lei envolvendo questões ambientais, principal diretriz do programa da legenda. Cinco deputados são autores de, nada menos, do que 65 (80%) dessas iniciativas.

Depois do meio ambiente, as áreas do trabalho e da defesa do consumidor são as mais visadas pelos parlamentares do PV. Uma é objeto de 26 projetos; a outra, de 25. Mudanças na legislação penal e nas regras da radiodifusão vêm logo a seguir na lista de preocupações dos representantes do partido, com 21 e 17 proposições respectivamente.

Clique aqui para conferir as propostas dos deputados do PV

Tão diversificada quanto o repertório legislativo da bancada é a origem dos parlamentares. Três empresários, dois médicos, um cantor de forró, um pedagogo, um jornalista, um comerciante, dois advogados, um bacharel em direito e um “consultor empresarial em comportamento humano” formam o diversificado grupo ao qual a senadora Marina Silva (AC), recém-desfiliada do PT, deverá se juntar, a partir do próximo 30, no Congresso.

As diferenças não param por aí. Somente três parlamentares têm o PV como seu único partido até o momento, de acordo com registros disponíveis na página da Câmara: o mineiro Antonio Roberto, o baiano Edigar Mão Brana e o paulista Marcelo Ortiz. A sigla reúne egressos dos dois principais partidos de oposição – DEM (ex-PFL) e do PSDB – e dos governistas PTB, PMDB, PR, PSB, PDT, PCdoB e PT.

Embora participe do governo Lula, com o ministro da Cultura, Juca Ferreira, o PV tem no deputado Fernando Gabeira (RJ), um dos principais críticos da gestão petista no Parlamento, seu grande ícone. Nas eleições de 2008, o partido marchou ao lado do DEM, em São Paulo, e do PSDB, no Rio, onde Gabeira foi o candidato dos tucanos. Com 34 deputados estaduais, o partido fez 1.237 vereadores e 76 prefeituras, entre elas, a de Natal.

Fogo amigo

O constante deslocamento para a oposição rendeu críticas do ministro da Cultura à direção do partido. “O PV não está preparado para receber a Marina. O grande perigo é que a questão ambiental em si não é capaz de mobilizar o eleitorado. Prefiro trabalhar com a ideia de alianças", disse Juca Ferreira na semana passada, em sabatina na Folha de S. Paulo. “Acho que o Partido Verde é mais problemático que a Marina", emendou o ministro, acrescentando que o PV vive "uma crise profunda". A crítica foi rebatida pelo vice-presidente do PV, Alfredo Sirkis, como uma “declaração infeliz” do companheiro de legenda.

Mas cientistas políticos ouvidos pelo Congresso em Foco concordam com o ministro: a falta de homogeneidade do partido dificilmente permitirá decolar a eventual candidatura da ex-ministra do Meio Ambiente à Presidência. Murillo de Aragão e o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Fernando Abrúcio descartam qualquer similaridade entre o Partido Verde brasileiro e seus congêneres europeus e americano.

Saco de gatos

"É um saco de gatos", afirma o professor da FGV. Para ele, a confusão interna é tão grande que dificilmente a ministra terá tempo suficiente para "fazer uma limpeza no partido". "A Marina é o chantilly e a cereja do bolo, que vai continuar sendo o mesmo na campanha presidencial", compara. Na avaliação de Abrúcio, o PV é formado por, no máximo, dez ambientalistas. "O resto, o grosso, não é ambientalista nem do estilo europeu nem do gosto da Marina Silva", completa.

Murillo de Aragão vê no PV uma legenda dependente do carisma de personalidades, como Gabeira, o ex-ministro da Cultura Gilberto Gil e, agora, Marina Silva. “O partido depende mais das pessoas do que de sua bandeira, que é bela, mas não está embalada de maneira adequada. Não acredito que, com a entrada de Marina, o PV se tornará um partido nacional”, considera.

O analista acredita que o PV errou ao lançar, desde já, a candidatura de Marina à sucessão de Lula. “O Gabeira seria um candidato mais efetivo, porque tem um discurso que ultrapassa a barreira do meio ambiente. Ele tem densidade eleitoral no Rio, um dos maiores colégios eleitorais do país. O PV teria uma solução dentro de casa. A candidatura da Marina serve mais ao PV do que a Marina”, avalia.

Ele diz que a senadora terá de mudar de postura para ter alguma chance na disputa eleitoral. “A candidatura de Marina é monotemática, como foi a do Cristovam Buarque (PDT) em 2006. Ela tem comunicação pessoal difícil. Para conquistar alguma coisa, ela terá de adequar o discurso e ganhar musculatura política.” Murillo também prevê dificuldade para qualquer candidato superar o peso das “máquinas petista e tucana”.

Apesar disso, ele acredita que a presença da senadora será importante na disputa eleitoral porque tira votos tanto da ministra Dilma Rousseff quanto do governador José Serra. “Existe uma franja entre os eleitores de Dilma e Serra, que vai de 2% a 8%, que está disponível para outro candidato, seja ele Marina, Ciro, Cristovam ou Heloísa Helena.”

Mudanças

Um dos fundadores do PV, em 1986, Gabeira diz que o partido é “no mínimo heterogêneo” e precisa passar por mudanças profundas. Mas vê na chegada de Marina o início da transformação. "Em 1992, durante a reunião da Eco-92, no Rio de Janeiro, a principal discussão era do aquecimento global. Agora temos vários temas ambientais tão importantes quanto este", afirma.

Segundo o deputado, é preciso trabalhar um programa partidário que lute por uma sociedade com baixa produção de carbono. "Precisamos lutar contra a crise econômica aliada com a crise ecológica", defende. Gabeira voltou ao PV em 2005, depois de uma passagem de dois anos pelo PT (2001-2003).

Mas a posição de Gabeira dentro da bancada nem sempre é das mais cômodas. Em 2007, os deputados Roberto Santiago (PV-SP) e Dr. Nechar (PV-SP) chegaram a entrar com representação na Corregedoria da Câmara contra o colega de partido. Em entrevista à revista Playboy, Gabeira criticou, sem citar nomes, os deputados recém-filiados ao PV que apoiavam o governo. “Eles são mesmo estelionatários eleitorais e se transformaram em carimbadores do governo na Câmara”, disse.

Dr. Nechar considera que a crise interna foi superada. “A bancada tem suas rusgas de vez em quando, porque é muito heterogênea, mas é bastante unida”, afirma. Para ele, as diferenças entre os deputados fortalecem a legenda. “A bancada é muito heterogênea, mas essa diversidade é benéfica, porque não estamos atuando numa área só”, observa.

Ao lado de Lindomar Garçom (RO) e Fábio Ramalho (MG), Dr. Nechar é um dos deputados do PV que não apresentaram nenhum projeto de lei voltado ao meio ambiente. Autor de 15 proposições, como a que autoriza as emissoras de rádio e TV educativas de veicularem comerciais, o paulista diz que está afinado com as questões ambientais. “Estou muito envolvido com as discussões do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Faço parte de um grupo de estudos que pretende reformulá-lo. Quero ser relator do projeto”, explica.

Nova identidade

A iminente chegada de Marina ao PV já mexe com o partido. Apesar de não ter confirmado sua filiação, a senadora acreana indicou dez pessoas de sua confiança para participarem de uma comissão que está revendo o conteúdo programático da legenda. Uma das preocupações da senadora é a falta de afinidade de alguns parlamentares com a questão ambiental.

“Havia a necessidade de o PV crescer para não ser extinto”, diz Gabeira, ao lembrar que o partido facilitou a entrada de deputados de outras legendas, na eleição de 2006, para fugir da chamada cláusula de barreira, instrumento que exige dos partidos determinada composição na Câmara para continuarem a ter direito a espaço no horário eleitoral e no fundo partidário. “Isso limitou um pouco os mecanismos de controle", admite.

O partido, porém, ainda corre o risco de ficar nos próximos dias sem sua principal fonte de recursos. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ameaça vetar o repasse de R$ 7 milhões a que o PV tem direito como fundo partidário. A legenda é acusada de ter cometido irregularidade na prestação de contas, como falsificação de notas fiscais, fraudes na apresentação de despesas e desvio de recursos. A direção do partido alega que houve apenas desorganização na prestação das contas. O caso está nas mãos do ministro Arnaldo Versiani.

(fonte: IG)

24 agosto 2009

África quer US$67 bi por ano contra aquecimento global

ADIS ABEBA - Líderes africanos pedirão aos países ricos 67 bilhões de dólares por ano para mitigar os efeitos do aquecimento global no mais pobre dos continentes, segundo proposta à qual a Reuters teve acesso nesta segunda-feira.

Dez líderes mantêm discussões na sede da União Africana, na capital etíope, para buscar uma posição comum que seja levada à cúpula climática de dezembro em Copenhague.

Especialistas dizem que a África contribui pouco para a poluição responsável pelo aquecimento, mas deve ser a região mais atingida por secas, inundações, ondas de calor e elevação do nível dos mares caso a mudança climática não seja controlada.

A proposta, que ainda deve ser aprovada pelos dez líderes, diz que a falta de coordenação entre os governos do continente tem sido um sério entrave à capacidade da África para participar das negociações climáticas.

"A equipe de negociação precisa ser apoiada com o peso político no mais alto nível no continente, para garantir que a voz africana a respeito das negociações da mudança climáticas seja tratada com a seriedade que merece," disse o documento.

Há alguns meses, o primeiro-ministro etíope, Meles Zenawi, pediu aos países ricos que compensem a África pelo aquecimento, alegando que a poluição no Hemisfério Norte pode ter causado as desastrosas ondas de fome no seu país na década de 1980.

Em maio, um estudo encomendado pelo Fórum Humanitário Global, de Genebra, disse que os países pobres podem arcar com mais de 90 por cento dos efeitos humanos e econômicos da mudança climática.

Os 50 países mais pobres do mundo, no entanto, contribuem com menos de 1 por cento das emissões globais de dióxido de carbono, o principal dos gases do efeito estufa, segundo o relatório.

A África, segundo esse estudo, é a região mais ameaçada, e 15 dos 20 países mais vulneráveis ficam no continente. O Sul da Ásia e pequenos países insulares em desenvolvimento também estão bastante ameaçados.

Os países pobres querem que os ricos assumam metas mais ambiciosas de redução das emissões de gases do efeito estufa e que transfiram dinheiro e tecnologia para ajudar na mitigação das mudanças climáticas nas nações em desenvolvimento.

(fonte: Estadao)

23 agosto 2009

Invento nacional contra o aquecimento global

Acaba de entrar em funcionamento um instrumento de observação astronômica de grande importância para o conhecimento e controle do aquecimento global. E esse novo equipamento foi projetado por um brasileiro e está instalado no Observatório Nacional, no Rio de Janeiro. Criado pelo astrônomo Victor D’Ávila, do Observatório Nacional, o heliômetro é o único do mundo desenvolvido especialmente para captar e estudar as atividades do Sol. O heliômetro é uma espécie de telescópio utilizado na observação do Sol e os especialistas acreditam que ele poderá dar enorme contribuição à ciência no estudo do aquecimento global.

Segundo o pesquisador D’Ávila, o Sol tem ciclos de 11 anos, durante os quais ele aumenta e reduz sua atividade, lançando mais ou menos luz e calor sobre o nosso planeta. E essas alterações podem ter grande impacto no aquecimento da Terra. Daí, a grande importância do invento do heliômetro, que surge como um importante aliado na busca por conhecimentos sobre esse problema que afeta todo o planeta e seus habitantes: homens, animais e plantas.

O aparelho projetado pelo astrônomo Victor D’Ávila é capaz de fazer até 8 mil registros do Sol a cada hora. Para efeito de comparação, os astrolábios fotoelétricos - utilizados por astrônomos de outros países - conseguem fazer apenas 1800 registros durante um dia inteiro. Ou seja, o heliômetro com a tecnologia nacional é mais de 100 vezes mais produtivo do que os instrumentos usados por cientistas estrangeiros. Por tudo isso, os estudiosos acreditam que os resultados obtidos pelo instrumento nacional serão muito mais precisos e trarão informações fundamentais para que possamos entender o aquecimento global e saber como combater esse problema mundial.

Criado há cerca de 300 anos, o primeiro heliômetro foi desenvolvido para medir variações no diâmetro do Sol e, consequentemente, determinar a órbita da Terra com mais precisão. O novo aparelho, inventado pelo pesquisador brasileiro, é bem mais moderno e potente. Os antigos usavam apenas lentes. O novo equipamento é, na verdade, um telescópio que usa um espelho no lugar da lente. O corpo desse espelho é feito de cerâmica e, sobre ele, há uma camada de alumínio. Há, ainda, um tubo de fibra de carbono. O novíssimo heliômetro não é um instrumento de grandes proporções: tem 1,5 metro de comprimento por 15 centímetros de diâmetro - pouco menor do que um prato. Mas pode dar enormes contribuições à ciência e à humanidade.


(fonte: Terra)n

19 agosto 2009

Quais são os seus valores?

Quando uma empresa abre um processo seletivo, aparece muita gente interessada, mas nem todos compartilham os mesmos valores, pensando nisso uma empresa criou um seleção
diferenciada...Se você quer conhecer mais clique aqui..



Confira o vídeo:

16 julho 2009

Expedição do Greenpeace ao Polo Norte

Confira aqui a expedição feita pelo greenpeace ao Polo Norte...
Eles analisam os efeitos da mudanças climaticas...
Clique aqui e confira

08 julho 2009

Divergência entre ricos e pobres mantém impasse sobre pós-Kyoto no G8

Os líderes do G8, grupo das oito nações mais industrializadas do planeta e que faz sua reunião de cúpula anual na Itália até sexta-feira, se comprometeram a tentar reduzir em 80% as emissões de gases do efeito estufa até 2050, desde que o resto do mundo reduza suas emissões em 50%.

Mas alguns países em desenvolvimento, principalmente a China e a Índia, ainda resistem a essa proposta e alegam que as nações mais ricas devem fazer mais para controlar o aquecimento global e que os países pobres não podem pagar a conta com medidas que limitem seu desenvolvimento.

As divergências ameaçam impedir um consenso que permita um acordo global para substituir o Protocolo de Kyoto, assinado em 1997 e que expira em 2012. O chamado tratado pós-Kyoto deve ser discutido em uma conferência em dezembro em Copenhague, na Dinamarca.

Acordo

Nesta quinta-feira, um grupo dos 17 principais emissores globais de gases do efeito estufa se senta à mesa em Áquila, durante a cúpula do G8, para tentar destravar as negociações.

"Há um acordo (sobre cortes de emissões entre os países do G8), mas a China ainda está cética. Temos que ver amanhã com a Índia e com a China qual o nível de acordo que podemos alcançar", afirmou o premiê da Itália, Silvio Berlusconi, anfitrião da cúpula de Áquila.

Um acordo global para a redução das emissões de gases é considerado essencial para que o mundo evite o aumento das temperaturas médias em mais de 2 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais, considerado o ponto crítico após o qual as consequências das mudanças climáticas seriam irreversíveis.

Em uma reunião paralela à cúpula do G8, os líderes do chamado G5, grupo de países emergentes formado por Brasil, China, Índia, África do Sul e México, cobraram dos países ricos o cumprimento das metas estabelecidas pelo Protocolo de Kyoto e defenderam esquemas de compensação financeira por eventuais cortes de emissões feitas pelos países mais pobres.

"Não adianta aprovarmos documentos, como aprovamos o Protocolo de Kyoto, e ver que eles não foram cumpridos", afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a reunião.

O drma crescente do aquecimento global

O Aquecimento global já causou 300 mil mortes por ano, anunciou em maio o Global Humanitarian Forum, criado pelo ex-secretário geral da Onu Kofi Annan. Segundo o relátorio, por volta de 2030, secas, enchentes, tempestades e incêndios florestais cada vez mais severos tirarão a vida de cerca de 500 mil pessoas anualmente, o que reoresentará o maior desafio humanitário já enfrentado pelo mundo.
Nesse ano, casp medidas sérias não sejam tomadas contra o Aquecimento, ele custará US$ 600 bilhões por ano.

07 julho 2009

Brasil quer cobrar por emissão de CO²

Na esteira do programa econômico do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o governo brasileiro começou a preparar um modelo de tributação para créditos de carbono. O marco regulatório em estudo pode resultar na criação de um tributo direto sobre as emissões de dióxido de carbono (CO²).

O debate ganhou celeridade depois que Obama, ao apresentar o orçamento de 2009, propôs levantar US$ 646 bilhões até 2020 com novas leis relacionadas às mudanças climáticas. Ganha força a tese de que essa nova tributação pode abrir uma janela de oportunidade de investimentos e gerar emprego e renda em meio a um ambiente de recuperação econômica pós-crise. Além, é claro, de preservar o meio ambiente.

O Brasil quer avançar na discussão desse tema até a próxima reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, em Copenhague, no início de dezembro. O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, informou ao Estado que a área econômica começou os estudos para escolher o modelo brasileiro. É o assunto da hora no mundo, diz ele. “É o tributo do século 21. A discussão envolve muito mais que preservação do meio ambiente. É uma questão econômica”, afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.